É
o jogo de aposta
Cuidado com o que planta
Entre o money e o money
Olha a treta da banca É a vale quem leva
Quem lava e quem vela Às costas de alguém sempre um se dá bem
O bagulho é a vera É o estilo de selvagem
O desejo inciso Maquiagem borrada
Igual suas verdades E quem vê na má fé
Um diabo à paisana Não se sabe quem é
Não dá pra confiar Vagabundo ou cana
É o juiz, é o réu É o nego negado
É um Jesus amarrado no porte Lavando os nossos pecados
Nos colachos do mundo Na limpeza encardida
É o peso que mora
No rechaço da vida
E parei nesse bar Pra ver se eu me esqueço
No bolso desconto Celular e um varejo
Encontrei um amigo Antigo,
de trabalho
Antes de reclamar como andam As coisas evito o contato
E assim vai Evitando a vida
Protelando as mazelas Produzindo mais brigas
Baldeando intrigas Nessa forma de nos encaixar
Nessa merda de todos tem o seu espaço E não sabem se achar
Na rotina diária Obrigado, recuso
Pegue meus conselhos Porque na verdade eu mesmo não uso
E saio na rua Sem rame, sem rumo
Trombando quem passa de tempo fechado Com raiva de tudo