Yeah.
Uh-huh.
Ha-ha.
Yeah.
Não quero.
Quero não.
Vai.
Vai.
Vai.
Yeah.
Puxa, puxa, puxa aqui.
Mexe, mexe, mexe ali.
Sai baixo que começa assim.
O que se chama de amor aí?
Baby, baby, eu já sou teu.
E você também já é minha.
Mas, ogarina, você me morreu.
O que é que dizes?
Não, bichos.
Olha que eu sou o teu dia.
Se você não me aceita, iiii.
Vou ficar muito triste.
Aproveita já a tua sorte.
Não liga minha maneira de falar.
Não elimina a hipótese de eu te amar.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
Não liga minha maneira de falar.
Não elimina a hipótese de eu te amar.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
Vamos fazer ningué, ningué.
Você sabe que eu tenho tudo bom.
Se você não me aceita, iiii.
Basta arrepender.
É melhor me dar suja,
tô sim.
Vou abrir champanhe, tim-tim.
Vou comer saty daqui sim.
Não te decep.
É melhor me aceitar.
Se você não querer,
então pôde ir.
Você está a me ouvir.
É melhor me aceitar.
Se você não querer, então pôde ir.
Se não tá, porque ir.
Não liga minha maneira de falar.
Não elimina a hipótese de eu te amar.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
Não liga minha maneira de falar.
Não elimina a hipótese de eu te amar.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
Não tem,
que não tem.
Eu sei,
que você quer.
Sim.
Sim.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
Não liga minha maneira de falar.
Não elimina a hipótese de eu te amar.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
Você vai,
você vai me aceitar.
Não liga minha maneira de falar.
Oh,
oh, oh, oh, oh, oh.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
Você vai me aceitar.
Sim.
Não elimina a hipótese de eu te amar.
Você sabe que eu não sei de cá,
mas vai me aceitar.
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