Pancébis, friccíastas,
ódio-meus, inconformados!
Todos vivem!
Viva Pancidão dos Zébados!
Vivem todos os subjugados!
E é para que rivalizem
e se lançarem a ser unidos
para que o tempo livre fossem decidir
se os rastros ficam refundidos.
A mão nos olhos, medunhos na cabeça,
não é assim tão complicado.
É se nunca mais sairem deste buraco da podreza e do lado.
Bates,
regalinhos,
gritos e rascas!
Rápidos regalinhos,
inconformados!
A mão nos olhos,
medunhos na cabeça, não é assim tão complicado.
Podres de Pai, venha nos juízes e nos!
Podres de Pai, podres de Pai, venham!
Podres de Pai, vem!
Podres de Pai, venha nos juízes e nos!
Podres de Pai, podres de Pai, venham!
Podres de Pai,
podres de Pai, venham!
Pancisébis, friccíastas,
ódio-meus, inconformados!
A mão nos olhos, se deram e saíram deste buraco,
ou elas pudessem lá do lado.