Desculpe, estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei errado
E eu entendo
As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias Até pra uma criança
Por onde andei Enquanto você me procurava
Será que eu sei Que você é mesmo
Tudo aquilo que me falta
Amor,
eu sinto a sua falta E a falta é a morte da esperança
Como o dia que roubaram o seu carro E deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo coisa muito frágil E uma bobagem,
uma irrelevância
Diante da eternidade Do amor de quem se ama
Por onde andei Enquanto você me procurava
E o que eu te dei Foi muito pouco, quase nada
E o que eu deixei Algumas roupas penduradas
Será que eu sei Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava
Ah, ah, ah,
ah, ah...
Ah, ah,
ah, ah,
ah...
Ah, ah,
ah, ah,
ah...
Sinto a sua falta,
e a falta é a morte da esperança
Como o dia que roubaram o seu carro deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo coisa muito frágil,
uma bobagem,
uma irrelevância
Diante da eternidade, do amor, de quem se ama
Por onde andei,
enquanto você me procurava
E o que eu te dei, foi muito pouco, quase nada
E o que eu deixei,
algumas roupas penduradas Será que eu sei,
que você é mesmo tudo aquilo que me faltava