Nhạc sĩ: João Nogueira, Paulo César Pinheiro
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Vou chamar uma pessoa agora que eu conheço desde menino.
Me chamava esse menino de...
Anjo Barroco.
Porque ele tinha o cabelo louro todo enroladinho.
E quando eu chegava na casa do pai dele, vinha aquele pequeno.
Poxa, meu Deus do céu.
Agora ele tá grande, pequeno, tá grandão.
Eu falo de Diogo Nogueira.
Mas ele tá bonito.
Ele tá bonito.
Não.
Ninguém faz samba só porque prefere.
Força nenhuma no mundo interfere.
Sobre o poder da criação.
Não.
Não precisa se estar nem feliz, nem aflito.
Nem se refugiar no lugar mais bonito.
Em busca da inspiração.
Não.
Ela é uma luz que chega de repente.
Com a rapidez de uma estrela cadente.
Que acende a mente e o coração.
É.
Mas pensar que existe uma força maior que nos guia.
Está no ar.
Vem no meio da noite, no clarão do dia.
Chega nos angustiar.
E...
O poema se deixa levar.
Que vai nessa magia.
A princípio, vem vindo...
E o verso vem vindo...
E vem a melodia.
E o povo começa a cantar
Lá, Lá, iá.
Lá, lá, iá.
Lá, iá.
Obrigado, juro.
Obrigado a idioma.
Lá, lá, iá.
Lá, lá, iá.
Lá, lá, iá.
Não, ninguém faz samba só porque prefere
Força nenhuma no mundo interfere
Sobre o poder da criação
Não, não, não precisa se estar infeliz nem aflito
Nem se refugiar em lugar mais bonito
Em busca da inspiração
Ela é uma luz que chega de repente
Com a rapidez de uma estrela cadente
E acende a mente, o coração
Faz pensar que existe uma força maior
Que nos guia, que está no ar
Bem no meio da noite ou no clarão do dia
Chega a nos angustiar
E aí, Mangueira, como é que é?
E o poeta se deixa limpo
Lembra por essa magia
E um verso bem-vindo
E vem vindo uma melodia
O povo começa a cantar laraiá
Lá, lá, láiá, láiá, láiá
Lá, lá, láiá, láiá, láiá
Lá, lá, láiá, láiá
Lá, lá, láiá, láiá, láiá
Lá, láiá, láiá, láiá
Lá, lá, láiá, láiá
Legenda Adriana Zanotto