Fugiste à regra, minha flor, minha rosa negra O meu amor no serviço de entrega
Voz de tenor numa poesia cega Que eu te escrevi à espera dos fregas-frega
Fugiste à regra, eu não te vou dar uma nega Mas tu sabes que quem me pega
É uma derrota sem trégua
Agora vens, pedes-me a mão E vais usá-la para partir meu coração
Já esqueceste a canção Que eu te cantei na intensa luz da escuridão
Ai, ai, ai, ai, ai, ai Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Eu dei-te o corpo, deste a entender que era pouco Deixei o amor à espera de te agachar
Voz de poeta, aprendeste este verso solto Que eu te escrevi à espera de te agachar
Ai, eu dei-te o corpo, eu não te vou dar mais outro Mas tu sabes que se eu estou louco
Mais valia estar morto
Agora vens, pedes-me a mão E vais usá-la para partir meu coração
Já esqueceste a poesia Que eu declamei na escuridão da luz do dia
Ai, ai, ai, ai, ai, ai Ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Agora vem, pedes-me a mão E vais usá-la para partir meu coração
Já esqueceste a canção Eu te cantei de intensa luz da escuridão
Ai, ai, ai
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