Mestre Makaku mandou eu comer pólvora com minha língua de fogo
Se ela afetar tua pele eu abro minha boca e te lambo de novo
E não preciso me anunciar, eu não preciso me anunciar
Sou eu quem toca terror no ponteiro o ano inteiro sem desanimar
E eu, e eu, e eu sarava
E eu, e eu, e eu sarava
E eu, sarava
E eu, sarava
Mestre Makaku mandou eu emular
Mestre Makaku mandou eu emular
Um curral cheio de vaca preta
Com a peixeira na mama mando coca-cola direto da teta
E não preciso me anunciar, eu não preciso me anunciar
É eu que foi tubarão na piscina, mergulho na tina sem pestana
Sarava
E eu, e eu, e eu sarava
E eu, e eu, e eu sarava
E eu, sarava
Mestre Makaku, Primeiro Mestre do Mato
E eu não preciso me anunciar, eu souавa
E eu, e eu, e eu sarava
E eu sou filho da Mata de cima do Mapa Caboclo Primata
Aviso pra Natar, cuidado pra não coalhar
Mata que tu queima, um dia vai te queimar
Deus que diz, Deus que dá print nesse saravá
Memória do meu makaku precisei revisitar
Na dança do Makaku o Carco não marca o ao
emotions alimentar
Conhecio kaachine no galho da capital Ela disse quintal, eu disse que ta
Sobre ideia do fim do mundo, Krynak fez adiar
Sobre terra e ar, oxigênio
Fechada aqui é top, milo no senhor de gênio
O agro é pop, cês são flop, tá fácil, quer que eu desenhe o traço
Desmarque espaço, faz parte do desempenho, então resenho
E crio anunciação, aos seus, aos meus
Aos verdadeiros herdeiros do chão
Oxos, guiando na proteção
Minhas linhas são primavera pra essa colonização
Amo a tua cana da cachaça, te deixo beber garapa
Boto fogo na tua casa, ai ninguém me passa
Torno merda e Nutella, é pra fã dessa capela
Eu roubando o vinho dela, tô rindo de graça
Chega junto, vamo incomodar
Quero ver quem vai tentar me parar
Gorila louco, urango, tango solto
Borrei esse bugio, o rocão dessa selva eu vou mandar
Bate esse tambor, que é meu hino de louvor
E mete medo, treme, treme, aniquila no imundo
Entra em catela e lança choque pela derme
Chama do selvagem, fere mais um ritmo do amor
Seu irmão, será bem já levantado?
Toda macacada, tô maluca, lá apertado
E a esbónia hoje vai reinar
Saravá
Iêô, iêô, Iêô...
Saravá
Iêô, iêô, iêô...
Saravá
Iêô, iêô, iêô...
Saravá
Iêô, iêô, iêô...
Saravá
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