É o vaqueiro Samarão, no estô das vaquejadas.
Eu já estava desconfiando os vizinhos
me olhando meio que achando graça.
Quase todo dia tinha entrega,
era o mesmo carteiro,
nunca desconfiava.
Até que um dia chego cedo e vejo você com ele,
virando a esquina de casa.
Ô Maria,
eu te segui até a porta do motel, poxa Maria,
eu me traindo com o carteiro
de sua zapato fiel.
Ô Maria,
eu te segui até a porta do motel, poxa Maria,
eu me traindo com o carteiro
de sua zapato fiel.
É o vaqueiro Samarão,
no estô das vaquejadas.
Eu já estava desconfiando os vizinhos
me olhando meio que achando graça.
Quase todo
dia tinha entrega,
era o mesmo carteiro,
nunca desconfiava.
Até que um dia chego cedo e vejo
você com ele, virando a esquina de casa.
Ô Maria,
eu te segui até a porta do motel, poxa Maria,
me traindo com o carteiro de sua zapato fiel.
Ô Maria,
eu te segui até a porta do motel, poxa Maria,
me traindo com o carteiro de sua zapato fiel.
Canereira!
Eita Maria da Gota!