Bato cada mão tem cor,
toda tribo de tambor,
pra rimar na embolada,
desafio o cantador,
em um barco,
vou dar a virada,
bato o surdo tremedor.
E o maracatu avisa, que o maracatu chegou.
Chego,
reis,
chego, reis.
E chegou o rei da pongada,
pra rezar de madrugada,
na porta do meu amor,
na porta do meu amor,
eu tenho vestido em chifre,
e mais dois laços de fita,
pra zombada minha dor.
Boto o pé na batucada,
que me leva na levada,
junto do meu terçoar,
batuqueiro de primeiro,
vira surdo de terceiro, coisa natural.
Bato cada mão tem cor, toda tribo de tambor,
pra rimar na embolada, desafio o cantador,
em um barco,
vou dar a virada,
bato o surdo tremedor.
E o maracatu avisa, que o maracatu chegou.
Batucada,
não tem cor,
eu sou da tribo de tambor,
pra rimar na embolada,
desafio o cantador,
em um barco,
vou dar a virada,
bato o surdo tremedor.
E o maracatu avisa, que o maracatu chegou.
Meu mato de guerreiro,
eu vou levar,
meu mato de guerreiro,
vai levar.
Meu mato de guerreiro,
eu vou levar,
meu mato de guerreiro,
vai levar.
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