Trago no sangue a bandeira,
nos lábios a maricia.
Meu credo é uma fogueira,
cantar a minha alegria.
Trago esperança no peito,
nas costas escarneio liso.
No ventre o meu do respeito,
na mente a dor do juízo.
É
nesta estrada que desço,
a aventura que me cobre.
Apontam-me como pobre,
de miséria não padeço.
Tenho a noite que me afoca,
o dia que me embriaga.
Por essa liberdade,
estrada a minha verdade.
Trago nas mãos a oferta,
na pele a mágoa das sentes.
Nos olhos vontade aberta,
de despertar só as fuentes.
Trago o sangue a bandeira,
nos lábios a maricia.
Meu credo é uma fogueira,
cantar a minha alegria.
É nesta estrada que desço,
a aventura que me cobre.
Apontam-me como pobre,
de miséria não padeço.
Tenho a noite que me afoca,
o dia...
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