médio
Pintar o cabelo de escudo não me fez sentir alguém.
O espaço no quarto que sobra diz é para quem.
Enchi o carro até a horquita até já não ver casa.
E a minha falta de afeto deixou-me com quebrasa.
Fui à terapia.
Só me fez sentir mal.
Eu juro não sofri.
Eu juro que já fui normal.
Polícia da mentira e tudo só a falso.
Vou falhar a ser feliz e agora o que é que eu faço?
Dei a mão a meio mundo e ele levou um braço.
Quis ter tudo, eu quis demais.
Eu já não tenho espaço.
Dei a mão a meio mundo e ele levou um braço.
Quis ter tudo, eu quis demais.
Eu já não tenho espaço.
Voltei em viagem de alquezero.
Quis encontrar o quero bem,
mas tudo fica neste alquezero.
Vai dar a volta, é o que eu sou.
Ata para cá, eu se estou.
Sorte a minha ter entrado em pista.
Correu por costo de um cansa e ainda tudo cansado.
Vem a falar de mudança, nunca nada é mudado.
Nunca nada é, nunca nada é mudado.
Que país para ser artista?
Não pesei bem a balança.
Acabei no lado errado.
Antes disto até sonhava,
mas que sonho tão marado.
Mas que sonho tão, mas que sonho tão marado.
Estou cansada.
Isto aqui é só fachada.
Sul a norte,
ainda é alguma estrada.
Voltei a ter início e sem ter fim.
Vou tentar voltar a gostar de mim.
Estou cansada.
Isto aqui é só fachada.
Sul a norte, ainda é alguma estrada.
Voltei a
ter início e sem ter fim.
Vou tentar voltar a gostar de mim.
Đang Cập Nhật
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