Querem transformar num mundo em algo que não queremos
Para não dizermos tudo aquilo que queremos
Só nos ensinam o que acham mais correto
Fingem sempre de estar tudo certo
Para de sonhar, de estar sem o seu valor
E se abres duas abelhas rouba-te-la e lhe dou
Andar sem contato, no tempo a não ir
Trazer a cada estofa, sempre a fugir
Procurar no jornal, andava sem paraliso
Passar por fora, não ter lugar friso
Para de sonhar, de estar sem o seu valor
E se abres duas abelhas rouba-te-la e lhe dou
Hey!
Está na tua mão,
pintar a situação Está na nossa mão,
está na tua mão
E isso é que não,
que não!
Passa o tempo,
estuda para o patrão Se dá um pão,
mas obtira-se razão
A gente se lembra, e o nosso esquema continua?
Um contato de seis meses e depois vais para a rua
Para de sonhar, de estar sem o seu valor
E se abres duas abelhas rouba-te-la e lhe dou
Hey!
Está na tua mão,
pintar a situação
Está na nossa mão,
está na tua mão
E isso é que não,
que não!