Posamos as cartas Erguemos castelos
Pedimos às estrelas pra não terem fim Cantámos baixinho com as mãos nos cabelos
E a lua aninhada no nosso jardim Contámos segredos que foram no vento
Com cheiro a marzia, canela e café Sem mapa nem rumo, seguimos caminho
Brindamos à vida tal qual ela é Meu bem, quadras de amor não sem fazer
Fica sempre quase tudo por dizer Mas imagina que podia ser assim
Trocámos de planos e de labirintos Trocámos de livros e de solidão
Cantámos o ségio de fio a pavio Dançámos o bal e de copo na mão
Meu bem, quadras de amor não sem fazer Fica sempre quase tudo por dizer
Mas imagina que podia ser assim Meu bem, quadras de amor não sem fazer
Fica sempre quase tudo por dizer Mas imagina que podia ser assim
Se me quiseres como te quero eu Toma o meu coração porque ele é teu
Se me quiseres como te quero eu Toma o meu coração porque ele é teu
Se me quiseres como te quero eu Toma o meu coração porque ele é teu
Se me quiseres como te quero eu Toma o meu coração porque ele é teu
Se me quiseres como te quero eu Toma o meu coração porque ele é teu
Se me quiseres como te quero eu Toma o meu coração porque ele é teu
Se me quiseres como te quero eu Toma o meu coração porque ele é teu