Quero ressuscitar a camada do ozone
Cantar o trago aos dedinho, bem no microfone
Dou tudo o que tenho, mas vivo na franguezona
Tô farta desta merda, vou partir o meu telefone
Ele também estava cheio de radiações
Prefiro partir objetos em vez de frágeis corações
Quando me apaixono,
nunca vejo bem as contraindicações
Vou mesmo sem travões
Fico flor de estufa,
sem estufa,
com estipo por andar sem pantufa
Mergulho da chapa na piscina,
devia ter lavado uma vacina
Contra o vírus tão perigoso,
como um cogumelo venenoso
Não
quero desperdiçar mais pacotes de ketchup
Quero dançar o acere,
era a minha startup Dou tudo o que tenho e até sou linda sem
make up Tô farta da frieza, da gordura, de ocape
Não estou interessada numa rápida conexão Pode ser bluetooth,
mas infravermelho é meu
coração Eras um raio de sol cheio de obesia
Eu não tinha proteção,
apanhei a insolação
Toda queimada,
pareço os meus cozinhados Fica a cebolada e os pináfragos colados
Não saem por nada da frigideira
Preciso de mentira, gordura, sou azeiteira
Aaah,
aaah,
aaaah, aaaah, aaaah
Sou manteiga,
sou óleo de coco Já derreti,
mas tu não me dás troco
Teu molho de soja,
nem sabe-me é pouco Espartalha,
acha que era reciproco
Foi um equívoco,
dá para ratificar Este homem não tem sal,
sou um pobre calamar
Congelado eu não o vou descongelar Preciso de frescos,
curar o ica ambiente
Para o cheiro é gasolina, não me incomodar
Vai cheirar bem quando te reconglaciar
Para dar um modo certo para meditar
É preferível aprender a não pensar
Basta ser veganita para a consciência poder descansar
Batata doce frita, meu manjar apocalipto
Sinto que estou a evitar
Sinto que estou a evitar
Sinto que estou a evitar Sinto que estou a evitar
Đang Cập Nhật
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